Jesus e Alker - uma história

16 de agosto de 2010 ·

Um jovem hindú praticante das filosofias budistas vivia nas altas montanhas na Índia oriental. O seu nome era complexo, pois baseava-se na construção tradicional de «filho de Alkermaha». Por isso era conhecido por 'Alker'. Dedicava-se a ensinar às crianças os princípios básicos do budismo, em várias aldeias das montanhas natais.

Vindo de uma família da Índia oriental, Alker aprendera e sabia ouvir os mais velhos, que diziam que iria aparecer na Galileia um profeta; uma pessoa que traria novas informações a quem o quisesse ouvir. E que visitaria a Índia.

Jesus, antes dos seus 3 últimos anos de vida, viajara pelas montanhas do Oriente, durante vários anos a receber informações, a constatar que a Vida tinha que ser outra. Foi nesta viagem que o jovem 'Alker' conheceu o profeta nas montanhas geladas indianas. Foi uma das pessoas que se apaixonou pela forma como Jesus enunciava as suas palestras e passava a sua mensagem. Como os livros hoje nos contam, Jesus foi professorar e estudou na Índia, principalmente as histórias dos Vedas e as filosofias budistas.


Esse contacto foi emocionante e decisivo para a vida do jovem Alker. O contacto com Jesus provocou-lhe um impacto muito emotivo; naquele momento, encontrou a sua chave de vida. E nunca mais o largou, acompanhou-o
sempre! Não era um criado, pois Jesus não tinha posses para pagar a ninguém. Era um acompanhante. Uma pessoa com quem Jesus falava muito. Antes até de, mais tarde, terem surgido os Apóstolos.

Alker era um homem culto, conhecedor, um sábio apesar de jovem, um homem que, depois, foi ocupando o papel de um servidor pessoal de Jesus. Estava, simplesmente, ao Serviço. Mas, lembremo-nos, que, na Índia, o Alker era um homem de fé. Após ter contactado com o mestre Jesus, decidiu segui-lo definitivamente e essa fé tomou outros contornos mais precisos. Foi como se Jesus o tivesse iniciado no Amor e ele, como discípulo, à boa maneira indiana, seguiu-o, serviu-o, conviveu com o mestre.

Nessa altura, Jesus andou também por outras paragens. Foi um tempo deambulações, de preparação para a sua vida pública, na Judeia. Foi um tempo de deixar a semente em vários pont
os do mundo oriental. Alker acompanhou-o sempre. Era um amor incondicional, aquele que o jovem budista Alker sentia e por isso acompanhou sempre Jesus, até à sua morte. Hoje, em linguagem moderna, dir-se-ia que o seu vínculo e a sua conexão estavam intimamente ligadas à energia de Sananda.

Alker foi uma das muitas pessoas que se apaixonou pela forma como Jesus enunciava as suas palestras e passava a sua mensagem. A sua atribuição mais física no entorno de Jesus, era uma daquelas pessoas que não sendo um dos Apóstolos, tinha o papel de levar o pão e o vinho a Jesus quando havia as reuniões. Actos simples mas sagrados e que só pessoas de confiança poderiam executar. A parte mais intelectual da convivência entre ambos residia nas longas conversas havidas para aprofundarem os pontos de união muito fortes que Jesus possuía com a filosofia budista, linha judaica, a espiritualidade e o Pai.


Jesus, como homem, tinha uma postura impressionante; não precisava falar. A aura de energia à sua volta era tão grande que, quando entrava, tudo se harmonizava e silenciava. Isso aconteceu em todas as viagens que Jesus e os seus Apóstolos fizeram, acompanhados do seu séquito pessoal.
Foi assim que Alker manteve uma conexão profunda com a energia de Jesus, hoje conhecido como Sananda.


Muito, muitos e muitos anos depois, Alker, já então muito idoso e a viver de novo nas montanhas da Índia, soube a que ligação a Jesus era bem anterior ao seu primeiro contacto físico, pois este budista estivera em contacto com Micah, em estado não corpóreo, para aprender como formatar a energia do Eu Superior. Sendo Jesus, uma auto-emanação de Micah, fazia sentido que estas almas estivesses destinadas a se encontrarem e a estarem ligadas a quando da auto-outorgação de Micah, na pessoa do bebé Jesus da Nazaré.

Se quiser, deixe comentário, clicando aqui.

26 comentários:

Rosan disse...
16 de agosto de 2010 às 15:05  

olá.
desconhecia esta parte da vida do Mestre Jesus, não me lastimo por isso, pois penso que tudo tem sua hora, e nestes ultimos tempos tenho aprendido muitas coisas novas e mais verdadeiras...
obrigada por partilhar.

beijo

Anónimo disse...
16 de agosto de 2010 às 15:32  

Os 4 livros que fazem parte da Sagrada Escritura que relatam a vida de Jesus falam sobretudo da primeira infãncia e os ultimos anos da sua vida na terra.Já tinha lido qualquer coisa sobre a passagem de Jesus pela India. Gostei muito da historia
Obrigada Antonio.
Linda historia sobre a vida de Jesus

Filha da Luz disse...
16 de agosto de 2010 às 15:40  

Que a Luz de Jesus Cristo nos mostre o caminho do Amor

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 15:50  

Rosan

Esta fase intermédia da vida de Jesus é pouco conhecida. Foi um estudioso que aprofundou os conhecimentos antigos, das várias linhas existentes então: a linha judaica, a linha hindú (Os Vedas) e a linha budista e... deu no que, de forma fantástica e arrebatadora.

Beijos

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 15:51  

Caro/a Anónimo/a

Ainda bem que já tinha ouvido falar desta fase da vida de Jesus, quando ele andou pela Índia.

GRATO PELO COMENTÁRIO.

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 15:53  

Filha da Luz

Tenho-me pautado por esse caminho do Amor, mostrado por Jesus. Nem sempre tenho conseguido

Astrid Annabelle disse...
16 de agosto de 2010 às 16:05  

Sabe que me emocionei ao ler esta história, António?
Linda...
Beijos
Astrid Annabelle

Nilce disse...
16 de agosto de 2010 às 16:30  

Não conhecia esta passagem, Antonio.
Emocionante!
Obrigada por compartilhar.

Bjs no coração!

Nilce

Adelaide Figueiredo disse...
16 de agosto de 2010 às 16:36  

António,

Gostei muito de ler este texto sobre a vida de Jesus. Sabia que Ele tinha andado pela Índia mas desconhecia este jovem Alker que o acompanhou até final.
Grata pela partilha.

Abraço

Ana Cristina disse...
16 de agosto de 2010 às 17:25  

António, esta é a parte da vida de Jesus, que me fascina e que faz Todo o sentido.

Obrigada por a trazer de novo aos meus olhos :)

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 17:31  

Astrid

Tenho esta história há vários anos mas não sabia como contá-la. Também fiquei emocionado e não foi pouco.

Beijos.

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 17:32  

Adelaide

Enfatizei no Alker para retratar o ser humano comum em contacto com Jesus.

Abraço.

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 17:34  

Ana Cristina

É aquele lado dos evangelhos apócrifos que a Igreja escondeu e desvalorizou. Felizmente, recuperadas.

Abraço.

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 17:37  

Nilce

De facto, não é uma história comum, pois a Igreja Católica tudo fez para 'apagar' as outras religiões que passaram pela vida de Jesus.

Beijo.

hanah disse...
16 de agosto de 2010 às 19:11  

Conhecia a história, mais nunca havia lido.

Belissima !!!

Belissimo post !!!

António Rosa disse...
16 de agosto de 2010 às 19:18  

Hahah

Muito obrigado. Tudo pelo Mestre!

Maria Paula Ribeiro disse...
16 de agosto de 2010 às 23:23  

Meu grande Mestre António!!

Tenho um outro mestre que me ensinou os caminhos de Jesus pela Índia, onde era conhecido sim, mas por outro nome!

Como esta história é bela e profunda! ;) Em certa forma, um "déjá vu"...

Bem-hajas!
Bem-hajas!

MP

António Rosa disse...
17 de agosto de 2010 às 07:18  

Maria Paula,

Começa a desvelar-se, já sem aquele ar trágico do crucifixo.

1000 beijos

Rui António Santos disse...
17 de agosto de 2010 às 11:10  

António,desconhecia essa História da preparação de Jesus para a vida publica e do encontro com esse profecta, que bela história e faz todo o sentido, que almas na mesma sintonia se encontrem nos caminhos sempre misteriosos da evolução. Abraço

António Rosa disse...
17 de agosto de 2010 às 14:47  

Rui

Jesus é esse Mestre que todos amamos.

Abraço.

Anónimo disse...
30 de outubro de 2010 às 01:23  

OLHA EU SEMPRE FUI CRISTÃO,MAS, PERCEBI QUE EXISTIA UMA SEMELHANÇA ENTRE OS ENSINAMENTO DE JESUS E OS DE BUDA, RECENTEMENTE LI MUITOS LIVROS, CARTAS E EVANGELHOS APOCRIFOS E SEMPRE DA A ENTENDER QUE JESUS DURANTE SUA INFANCIA ATÉ SEUS 30 ANOS ESTEVE NA REGIÃO DA ÍNDIA, ENTÃO É ALGO PARA SE PENSAR. MUITO OBRIGADO PELO ESPAÇO

Gislene disse...
26 de fevereiro de 2011 às 20:45  

Olá António,

Tudo o que diz respeito a vida de Jesus, me interessa sobremaneira.
Sou uma estudiosa.
O Mestre e seus ensinamentos para mim, são sem dúvidas, um caminho seguro.
Lindo texto.
Você poderia me informar a fonte, por favor, pois gostaria de me aprofundar mais.
É claro, se não for um incômodo.

Seu blog é bonito e muito interessante.
Te sigo com alegria!

Um abraço,

Gislene.

principe_da_paz disse...
29 de março de 2011 às 15:56  

Boa Tarde.

O amigo conhece sobre a cultura judaica ?

Jamias um judeu, lembre-se que Jesus era judeu, iria estudar religiões e tão pouco seguir seus ensinamentos.
Além de que Jesus nunca sai das cercanias onde vivia.

Todas estás estórias são especulativas.

Não existem provas concretas, surgiram com os gnósticos.

Jesus veio apregoar seus ensinamentos pautados nos preceitos judaícos com uma profundidade e interpretação distinta.

Jesus é o Filho de YHVH, e veio trazer salvação a todos os homens.

Iremos ressucitar e não reencarnar. (Hb 9:27)

Obrigado.

Luma Rosa disse...
13 de setembro de 2013 às 05:11  

Oi, António!
Eu sabia que Jesus tinha ido pra a Índia estudar a Cabala, mas desconhecia esse companheiro de jornada.
Sempre aprendo muito por aqui!
Beijus,

António Rosa disse...
19 de setembro de 2013 às 15:45  

Luma,

Além da Cabala de então, estudou a fundo as filosofias orientais: hinduismo, budismo, sufismo. Se você estiver atenta, aquilonque hoje chamamos espiritualidade é um repositório teológico destes conceitos bem antigos e que Jesus adaptou ao seu tempo naqueles últimos 3 anos.

Taliesin disse...
19 de setembro de 2013 às 23:00  

Este é dos meus debates favoritos! Quando confrontei os meus professores de Teologia com o facto de Jesus dominar, claramente, técnicas como o pranayama (vários são os exemplos no Novo Testamento), cura prânica (ou imposição de mãos) etc, que justificariam, senão viagens ao Oriente, pelo menos um contacto muito próximo com todos esses saberes, a resposta foi... Ah não se pode provar nada...
Como assim? E como se pode provar que os Evangelhos, escritos cerca de 100 anos depois da morte de Jesus sejam mais reais do que as histórias que neles se contam...
Das duas uma, ou se aceitam os evangelhos com todo o seu conteúdo (mitológico /metafórico e "histórico")e se aceita que um "carpinteiro" não pode desaparecer durante décadas e regressar do "vazio" como um sábio(a andar sobre as águas, ressuscitar mortos, expulsar demónios, materializar pão, estar no deserto 40 dias sem beber água, etc, etc) - porque só o desconhecimento das disciplinas e filosofias Orientais pode justificar a crença simplista de que Jesus apenas "aconteceu por milagre";
Ou então, simplesmente, não se aceitam de todo as Escrituras e ficamos sem saber se Jesus é um profeta ou sequer se de facto chegou a existir... parece bizarro, não?

Grata pela partilha, uma vez mais :)

16 de agosto de 2010

Jesus e Alker - uma história

Um jovem hindú praticante das filosofias budistas vivia nas altas montanhas na Índia oriental. O seu nome era complexo, pois baseava-se na construção tradicional de «filho de Alkermaha». Por isso era conhecido por 'Alker'. Dedicava-se a ensinar às crianças os princípios básicos do budismo, em várias aldeias das montanhas natais.

Vindo de uma família da Índia oriental, Alker aprendera e sabia ouvir os mais velhos, que diziam que iria aparecer na Galileia um profeta; uma pessoa que traria novas informações a quem o quisesse ouvir. E que visitaria a Índia.

Jesus, antes dos seus 3 últimos anos de vida, viajara pelas montanhas do Oriente, durante vários anos a receber informações, a constatar que a Vida tinha que ser outra. Foi nesta viagem que o jovem 'Alker' conheceu o profeta nas montanhas geladas indianas. Foi uma das pessoas que se apaixonou pela forma como Jesus enunciava as suas palestras e passava a sua mensagem. Como os livros hoje nos contam, Jesus foi professorar e estudou na Índia, principalmente as histórias dos Vedas e as filosofias budistas.


Esse contacto foi emocionante e decisivo para a vida do jovem Alker. O contacto com Jesus provocou-lhe um impacto muito emotivo; naquele momento, encontrou a sua chave de vida. E nunca mais o largou, acompanhou-o
sempre! Não era um criado, pois Jesus não tinha posses para pagar a ninguém. Era um acompanhante. Uma pessoa com quem Jesus falava muito. Antes até de, mais tarde, terem surgido os Apóstolos.

Alker era um homem culto, conhecedor, um sábio apesar de jovem, um homem que, depois, foi ocupando o papel de um servidor pessoal de Jesus. Estava, simplesmente, ao Serviço. Mas, lembremo-nos, que, na Índia, o Alker era um homem de fé. Após ter contactado com o mestre Jesus, decidiu segui-lo definitivamente e essa fé tomou outros contornos mais precisos. Foi como se Jesus o tivesse iniciado no Amor e ele, como discípulo, à boa maneira indiana, seguiu-o, serviu-o, conviveu com o mestre.

Nessa altura, Jesus andou também por outras paragens. Foi um tempo deambulações, de preparação para a sua vida pública, na Judeia. Foi um tempo de deixar a semente em vários pont
os do mundo oriental. Alker acompanhou-o sempre. Era um amor incondicional, aquele que o jovem budista Alker sentia e por isso acompanhou sempre Jesus, até à sua morte. Hoje, em linguagem moderna, dir-se-ia que o seu vínculo e a sua conexão estavam intimamente ligadas à energia de Sananda.

Alker foi uma das muitas pessoas que se apaixonou pela forma como Jesus enunciava as suas palestras e passava a sua mensagem. A sua atribuição mais física no entorno de Jesus, era uma daquelas pessoas que não sendo um dos Apóstolos, tinha o papel de levar o pão e o vinho a Jesus quando havia as reuniões. Actos simples mas sagrados e que só pessoas de confiança poderiam executar. A parte mais intelectual da convivência entre ambos residia nas longas conversas havidas para aprofundarem os pontos de união muito fortes que Jesus possuía com a filosofia budista, linha judaica, a espiritualidade e o Pai.


Jesus, como homem, tinha uma postura impressionante; não precisava falar. A aura de energia à sua volta era tão grande que, quando entrava, tudo se harmonizava e silenciava. Isso aconteceu em todas as viagens que Jesus e os seus Apóstolos fizeram, acompanhados do seu séquito pessoal.
Foi assim que Alker manteve uma conexão profunda com a energia de Jesus, hoje conhecido como Sananda.


Muito, muitos e muitos anos depois, Alker, já então muito idoso e a viver de novo nas montanhas da Índia, soube a que ligação a Jesus era bem anterior ao seu primeiro contacto físico, pois este budista estivera em contacto com Micah, em estado não corpóreo, para aprender como formatar a energia do Eu Superior. Sendo Jesus, uma auto-emanação de Micah, fazia sentido que estas almas estivesses destinadas a se encontrarem e a estarem ligadas a quando da auto-outorgação de Micah, na pessoa do bebé Jesus da Nazaré.

Se quiser, deixe comentário, clicando aqui.

26 comentários:

Rosan disse...

olá.
desconhecia esta parte da vida do Mestre Jesus, não me lastimo por isso, pois penso que tudo tem sua hora, e nestes ultimos tempos tenho aprendido muitas coisas novas e mais verdadeiras...
obrigada por partilhar.

beijo

Anónimo disse...

Os 4 livros que fazem parte da Sagrada Escritura que relatam a vida de Jesus falam sobretudo da primeira infãncia e os ultimos anos da sua vida na terra.Já tinha lido qualquer coisa sobre a passagem de Jesus pela India. Gostei muito da historia
Obrigada Antonio.
Linda historia sobre a vida de Jesus

Filha da Luz disse...

Que a Luz de Jesus Cristo nos mostre o caminho do Amor

António Rosa disse...

Rosan

Esta fase intermédia da vida de Jesus é pouco conhecida. Foi um estudioso que aprofundou os conhecimentos antigos, das várias linhas existentes então: a linha judaica, a linha hindú (Os Vedas) e a linha budista e... deu no que, de forma fantástica e arrebatadora.

Beijos

António Rosa disse...

Caro/a Anónimo/a

Ainda bem que já tinha ouvido falar desta fase da vida de Jesus, quando ele andou pela Índia.

GRATO PELO COMENTÁRIO.

António Rosa disse...

Filha da Luz

Tenho-me pautado por esse caminho do Amor, mostrado por Jesus. Nem sempre tenho conseguido

Astrid Annabelle disse...

Sabe que me emocionei ao ler esta história, António?
Linda...
Beijos
Astrid Annabelle

Nilce disse...

Não conhecia esta passagem, Antonio.
Emocionante!
Obrigada por compartilhar.

Bjs no coração!

Nilce

Adelaide Figueiredo disse...

António,

Gostei muito de ler este texto sobre a vida de Jesus. Sabia que Ele tinha andado pela Índia mas desconhecia este jovem Alker que o acompanhou até final.
Grata pela partilha.

Abraço

Ana Cristina disse...

António, esta é a parte da vida de Jesus, que me fascina e que faz Todo o sentido.

Obrigada por a trazer de novo aos meus olhos :)

António Rosa disse...

Astrid

Tenho esta história há vários anos mas não sabia como contá-la. Também fiquei emocionado e não foi pouco.

Beijos.

António Rosa disse...

Adelaide

Enfatizei no Alker para retratar o ser humano comum em contacto com Jesus.

Abraço.

António Rosa disse...

Ana Cristina

É aquele lado dos evangelhos apócrifos que a Igreja escondeu e desvalorizou. Felizmente, recuperadas.

Abraço.

António Rosa disse...

Nilce

De facto, não é uma história comum, pois a Igreja Católica tudo fez para 'apagar' as outras religiões que passaram pela vida de Jesus.

Beijo.

hanah disse...

Conhecia a história, mais nunca havia lido.

Belissima !!!

Belissimo post !!!

António Rosa disse...

Hahah

Muito obrigado. Tudo pelo Mestre!

Maria Paula Ribeiro disse...

Meu grande Mestre António!!

Tenho um outro mestre que me ensinou os caminhos de Jesus pela Índia, onde era conhecido sim, mas por outro nome!

Como esta história é bela e profunda! ;) Em certa forma, um "déjá vu"...

Bem-hajas!
Bem-hajas!

MP

António Rosa disse...

Maria Paula,

Começa a desvelar-se, já sem aquele ar trágico do crucifixo.

1000 beijos

Rui António Santos disse...

António,desconhecia essa História da preparação de Jesus para a vida publica e do encontro com esse profecta, que bela história e faz todo o sentido, que almas na mesma sintonia se encontrem nos caminhos sempre misteriosos da evolução. Abraço

António Rosa disse...

Rui

Jesus é esse Mestre que todos amamos.

Abraço.

Anónimo disse...

OLHA EU SEMPRE FUI CRISTÃO,MAS, PERCEBI QUE EXISTIA UMA SEMELHANÇA ENTRE OS ENSINAMENTO DE JESUS E OS DE BUDA, RECENTEMENTE LI MUITOS LIVROS, CARTAS E EVANGELHOS APOCRIFOS E SEMPRE DA A ENTENDER QUE JESUS DURANTE SUA INFANCIA ATÉ SEUS 30 ANOS ESTEVE NA REGIÃO DA ÍNDIA, ENTÃO É ALGO PARA SE PENSAR. MUITO OBRIGADO PELO ESPAÇO

Gislene disse...

Olá António,

Tudo o que diz respeito a vida de Jesus, me interessa sobremaneira.
Sou uma estudiosa.
O Mestre e seus ensinamentos para mim, são sem dúvidas, um caminho seguro.
Lindo texto.
Você poderia me informar a fonte, por favor, pois gostaria de me aprofundar mais.
É claro, se não for um incômodo.

Seu blog é bonito e muito interessante.
Te sigo com alegria!

Um abraço,

Gislene.

principe_da_paz disse...

Boa Tarde.

O amigo conhece sobre a cultura judaica ?

Jamias um judeu, lembre-se que Jesus era judeu, iria estudar religiões e tão pouco seguir seus ensinamentos.
Além de que Jesus nunca sai das cercanias onde vivia.

Todas estás estórias são especulativas.

Não existem provas concretas, surgiram com os gnósticos.

Jesus veio apregoar seus ensinamentos pautados nos preceitos judaícos com uma profundidade e interpretação distinta.

Jesus é o Filho de YHVH, e veio trazer salvação a todos os homens.

Iremos ressucitar e não reencarnar. (Hb 9:27)

Obrigado.

Luma Rosa disse...

Oi, António!
Eu sabia que Jesus tinha ido pra a Índia estudar a Cabala, mas desconhecia esse companheiro de jornada.
Sempre aprendo muito por aqui!
Beijus,

António Rosa disse...

Luma,

Além da Cabala de então, estudou a fundo as filosofias orientais: hinduismo, budismo, sufismo. Se você estiver atenta, aquilonque hoje chamamos espiritualidade é um repositório teológico destes conceitos bem antigos e que Jesus adaptou ao seu tempo naqueles últimos 3 anos.

Taliesin disse...

Este é dos meus debates favoritos! Quando confrontei os meus professores de Teologia com o facto de Jesus dominar, claramente, técnicas como o pranayama (vários são os exemplos no Novo Testamento), cura prânica (ou imposição de mãos) etc, que justificariam, senão viagens ao Oriente, pelo menos um contacto muito próximo com todos esses saberes, a resposta foi... Ah não se pode provar nada...
Como assim? E como se pode provar que os Evangelhos, escritos cerca de 100 anos depois da morte de Jesus sejam mais reais do que as histórias que neles se contam...
Das duas uma, ou se aceitam os evangelhos com todo o seu conteúdo (mitológico /metafórico e "histórico")e se aceita que um "carpinteiro" não pode desaparecer durante décadas e regressar do "vazio" como um sábio(a andar sobre as águas, ressuscitar mortos, expulsar demónios, materializar pão, estar no deserto 40 dias sem beber água, etc, etc) - porque só o desconhecimento das disciplinas e filosofias Orientais pode justificar a crença simplista de que Jesus apenas "aconteceu por milagre";
Ou então, simplesmente, não se aceitam de todo as Escrituras e ficamos sem saber se Jesus é um profeta ou sequer se de facto chegou a existir... parece bizarro, não?

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